Museu do Papel Terras de Santa Maria




História

História

O Museu do Papel Terras de Santa Maria localiza-se em Paços de Brandão e encontra-se instalado em duas antigas fábricas de papel do século XIX: a Fábrica Custódio Pais e a Fábrica dos Azevedos.

 

Considerado um museu vivo, o Museu do Papel é um museu industrial dedicado à história do papel e a sua principal missão é preservar memórias do quotidiano papeleiro, numa região com mais de 300 anos de história ligada à indústria do papel que, ainda hoje, é uma das atividades económicas mais representativas e importantes do concelho Santa Maria da Feira.

 

 

Levantamento das fábricas, açudes e levadas do lugar de Rio Maior, pelo professor e fabricante José de carvalho, em 1887.   

 

 

Fábrica de Papel dos Azevedos

A Fábrica de Papel dos Azevedos, foi fundada em 1825 por Francisco José de Azevedo Aguiar Brandão, um homem inovador e visionário.

A grande aposta desta antiga “Fábrica de Papel de Escrever” (como é referida na documentação da época), além do fabrico de papel de embalagem, foi a manufatura de papel de escrever, almaço e florete.

A excelente qualidade do seu papel de escrita foi distinguida em 1863 com uma medalha de cobre atribuída pelo rei D. Luís I.

Esta unidade manteve em atividade até ao ano de 1966.

 

Tendo sido adquirida pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, em Fevereiro de 1998, para integrar o Museu do Papel, a recuperação deste espaço (considerada a 2.ª fase do projecto Museu do Papel), visou fundamentalmente a sua adaptação a novas funcionalidades, albergando um conjunto de estruturas inerentes ao funcionamento museológico, a nível de novas áreas de acolhimento, serviços educativos, uma biblioteca temática sobre a indústria do papel em Portugal , um espaço multiusos, bem como um conjunto de áreas e serviços complementares de apoio museístico e de apoio aos visitantes.

 

 

 

Fábrica de Papel de Custódio Pais

A história da Fábrica de Papel de Custódio Pais remonta a 26 de outubro de 1822, quando Lourença Pinto e Joaquim de Carvalho celebraram a sua escritura de sociedade. Foi a 6ª unidade papeleira do concelho, mas a única que teve uma mulher como sócia-fundadora.

Em 1916 José Ferreira Pais adquire o moinho de papel e transforma-o numa fábrica, iniciando a produção de papel em contínuo, graças à aquisição de uma máquina de forma redonda. Esta empresa manteve-se em atividade, sempre na mesma família, até 1989.

 

Em 1992, a antiga fábrica foi adquirida pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, constituindo a 1.ª fase do projecto do Museu do Papel, albergando uma exposição permanente dedicada ao processo de fabrico de papel, nas suas fases manufactureira e industrial.

 

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